Augusto Soares – Prólogo da Heteronímia

A MORTE DO PORTUGUES

                                                                        – para o heterônimo do heterônimo (ou por que não para o amor?)

– Mas você é poeta, cara

– Tudo bem com isso, não?

– Não sei, você é desses, desses que confunde heterônimo com realidade, desses que pensa que os poetas são as travas dos despertadores, não é?

– É isso, ou sonhar, não é?

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